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Mostrando postagens de 2011

A Triste Partida

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ASA BRANCA

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HINO DO SPORT RECIFE

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Hino de Pernambuco

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Pernambuco Imortal

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Poetas do Repente 6-19

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Recife... A Veneza Brasileira...

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Recife - PE a Capital do Nordeste

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Ivanildo Vila Nova em orgulho de ser nordestino

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nordeste independente

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ALERTA AO MUNDO!!!

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In felizmente a natureza não pode se defender de imediato; o efeito destas ações ficará para as próxima gerações, que terão de conviver com a extinção de mais uma espécie neste planeta já tão sofrido. Façamos a nossa parte denunciando e talvez a razão ressurja . VEJAM O QUE ACONTECE NA MARGEM ESQUERDA DO  RIO SOLIMÕES A BEIRA DE UM ASSENTAMENTO DO  MST . ESTA DEVE SER A IDEIA DE PRODUTIVIDADE DO "MOVIMENTO." AS TARTARUGAS PRODUZEM, ELES ROUBAM E VENDEM OS OVOS. DEVE SER A PISICULTURA AUTOSUSTENTAVEL DO INCRA... MAIS UM POUCO, ADEUS TARTARUGAS! ROUBAM OS OVOS DAS TARTARUGAS, PARA VENDER. 

Chico Pedrosa - ASTÚCIA DE CABÔCO

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O Nordeste tem poeta tem matuto e tem cantor tem viola e gente alegre, inteligente, seu doutor. Tem verso, tem poesia tem prosa e cantador  ...

A Verdadeira História de Dom Quixote

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Patativa do Assaré

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Poesia de Cordel - Patativa do Assaré

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MEU PAPAI NOEL DE CASA

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A Chegada de Lampião no Inferno - Cordel

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Lampião e Zé Pelintra - Cordel ilustrado

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Ai se sesse!!

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GONGA MONTEIRO e CICERO MORAES- FEIRA CORDEL SERRA TALHADA

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DEDé MONTEIRO - IMPROVISANDO - FEIRA DE CORDEL SERRA TALHADA

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Francisco Petronio Pires (ed. resp.), PE, "AS QUATRO VELAS", Dedé Monteiro.

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MAFUÁ DO MATUTO: POETA DEDÉ MONTEIRO E POETA CHICO PEDROSA

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Dedé Monteiro

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POETA DEDÉ MONTEIRO

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Do Poeta Dedé Monteiro   No dia de abandonar O meu torrão querido, Ouvi meu próprio gemido A me pedir pra ficar… Mas, vendo que de voltar Havia pouca esperança, Triste como uma criança Que está com fome ou com sede No punho da minha rede Deixei um nó por lembrança *********************************   Do jeito que a “ASA BRANCA” Voltou trazendo alegria, Ah se “ZE DANTAS” voltasse Pra se banhar de poesia, Ouvir, hipinotizado, Seu “SABIÁ” afinado Cujo tom ninguém derriba, E conferir de pertinho O apaixonado carinho Dos irmãos de Carnaíba. ******************************* Num barco de sonhos embarquei com ela Fugindo dos roncos da modernidade E a praia deserta da felicidade Serviu de cenário pra nossa "novela". Deitado na areia com minha "donzela" Não via a carreta do tempo girar Na frente, ondas brancas, por trás, um pomar; Do lado, os encantos da minha princesa E em cima, o céu claro fil...

DEDÉ MONTEIRO - Poeta Tabirense

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                   Fim de Feira O lixo atapeta o chão um caminhão se balança quem vem de fora se lança em cima do caminhão um ébrio esmurra o balcão no botequim da esquina o gari faz a faxina um cego ensaca a sanfona e um vendedor dobra a lona depois que a feira termina. miçanga, fruta, verdura, milho feijão e farinha, bode, suíno, galinha, miudeza, rapadura. é esta a imagem pura de uma feira nordestina que começa pequenina, dez horas não cabe o povo. e só diminui de novo depois que a feira termina na matriz que nunca fecha muito apressado entra alguém mas sai vexado também se não o carro lhe deixa o padre gordo se queixa do calor que lhe domina e agita tanto a batina quem que vê fica com pena toca o sino pra novena depois que a feira termina. a filhinha do mendigo sentada a seus pés, num beco, comendo um pão doce seco diz: papai, coma comigo. e o velho pensa consi...
A dor de barriga repentina do prefeito   Casa de prefeito em cidade pequena é a gota serena pra ser procurada. Tem delas que o infeliz do gestor nem acorda e o povo já está na cozinha tomando cafezinho ou na porta do quarto com um cigarro no bico. Às vezes os tristes até se sufocam com a fumaça que entra pelas brechas da porta. Geralmente aparecem aquelas pobres mulheres, raquíticas, de dentes furados, cabelos maltratados, unhas sujas, há vários dias sem banho com um menino no braço dando de mamar. Do interior do quarto mesmo de porta fechada escutam: - Vai peste mama logo, porque daqui a pouco o prefeito acorda e eu não vou falar com ele dando de mamar não! O pobre do inocente espia pra dita cuja cum uns butico de oi da bixiga lixa. Aí a outra colega que está aguardando também o poderoso chefão, reclama: - mulher num diz isso cum o inocente, o bichim tá cum fome. Ela dar uma tragada bem forte no cigarro e responde: - basta...